Dra. Adriana Pessoa

Os perigos do uso incorreto de anabolizantes

Os perigos do uso incorreto de anabolizantes

Você conhece os riscos envolvidos no uso indevido de anabolizantes? Em nossa sociedade, cada vez mais as pessoas estão em busca de um corpo esteticamente perfeito.

Apresentar músculos bem definidos é um dos elementos importantes neste leque de características que uma pessoa deve ter para alcançar o corpo ideal, seja homem ou mulher.

A prática de exercícios físicos é, como todos sabem, a melhor maneira de conquistar os tão sonhado corpo sarado. Nesse processo, a alimentação saudável é uma importante aliada.

Mas muita gente, em busca de resultados rápidos ou além dos que podem ser conquistados em uma academia de ginástica, acaba optando por utilizar alguns suplementos e substâncias sem prescrição médica, chamadas anabolizantes.

Para que servem os anabolizantes

Vale lembrar em que circunstâncias estes produtos são indicados pelos profissionais da medicina. Os chamados anabolizantes são substâncias sintéticas utilizadas para substituir a testosterona, um hormônio masculino produzido nos testículos.

São grandes aliadas no desenvolvimento de características sexuais atribuídas à masculinidade (barba, pelos e voz grossa, entre outras) e por isso são recomendadas para pacientes que não produzem o nível de testosterona suficiente.

Tais produtos causam também o crescimento dos músculos. Por isso, acabam sendo utilizados de forma errônea (sem recomendação médica) por atletas profissionais e amadores ou por pessoas que querem ter o corpo mais definido. Estes produtos podem ser injetados ou ingeridos por cápsulas e comprimidos.

Consequências do uso incorreto desses produtos

Mesmo que a compra desta substância possa ser efetuada apenas com receita médica, existe um mercado paralelo. Muitas pessoas tomam estes produtos seguindo indicações de amigos ou familiares, algo bastante perigoso, como alertam especialistas da saúde.

Quando utilizados de forma errada, os riscos de aparecimento de diversas doenças são altos, mesmo em quantidades pequenas ou em períodos curtos de aplicação. Abaixo, os principais problemas que podem ocorrer:

  • Diminuição drástica do colesterol bom, o HDL, que oferece uma proteção natural contra infarto. Pesquisas comprovam que quem toma anabolizantes abaixa o nível de HDL para até 20 mg%, metade do normal;
  • Desenvolvimento de quadros de hipertensão;
  • Aumento do colesterol ruim, o LDL, que também pode causar infarto;
  • Níveis de triglicerídeos acima do normal de (150mg%); causando, com o tempo, obesidade e diabetes tipo 2;
  • Aumento da frequência cardíaca, mesmo em repouso e episódios de taquicardia;
  • Maior risco de desenvolvimento de tumores em diferentes partes do corpo, incluindo os testículos e ovários.

Diante das consequências do uso incorreto de anabolizantes, é sempre bom lembrar que é possível conquistar um corpo bonito, sem deixar de lado os cuidados com a saúde e bem-estar. Procure um especialista para te ajudar nesse processo.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em São Paulo!

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Diabetes na infância, quais os cuidados?

Diabetes na infância, quais os cuidados?

Sabia que diabetes na infância pode ser mais comum do que você imagina? Estudos mundiais mostram que entre as doenças crônicas mais frequentes nessa fase da vida, está o Diabetes Mellitus tipo 1 (DM 1).

Este problema de saúde cresce 3% ao ano entre as crianças, afirma a Organização Mundial da Saúde. O tipo 2, por sua vez, associado à fase adulta, está cada vez mais presente entre pessoas com menos de 15 anos, alertam autoridades de saúde. Os principais motivos são o sedentarismo e a obesidade, que levam, em muitos casos, ao sobrepeso infantil.

Só no Brasil, são mais de 1 milhão de crianças com a doença, de acordo com a Associação de Diabetes Juvenil. Nosso país é o terceiro do mundo a apresentar mais crianças portadoras desta condição, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

As consequências em não receber o diagnóstico correto na infância ou deixar de lado os cuidados adequados podem ser graves, como amputação de membros e até mesmo perda da visão.

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre o assunto.

Sinais de Diabetes na infância

A Diabetes ocorre porque o pâncreas não consegue produzir a insulina ou o corpo não reage à ela de forma adequada. Com isso, a glicose, que fornece energia para o corpo, fica impedida de entrar nas células, concentrando-se toda no sangue.

A criança que possivelmente possa ser portadora de Diabetes apresenta alguns sinais: queixas de vista embaçada, come muito sem ganhar peso ou é obesa, começam a urinar com uma frequência elevada e apresenta forte fadiga durante atividades físicas ou brincadeiras.

Vale ressaltar que é muito importante procurar orientação médica, única maneira de diagnosticar com precisão o problema da criança.

Cuidados com a criança

A Diabetes não é curável, por isso a atenção da família é fundamental para que o problema possa ser controlado e, consequentemente, evitar as complicações. Com amor e dedicação, os responsáveis poderão se adaptar à nova rotina de cuidados e garantir a qualidade de vida da criança. Elencamos alguns cuidados importantes com a Diabetes na infância:

  • Acompanhamento médico: consultas médicas devem passar a fazer parte da rotina. Somente um profissional especializado poderá acompanhar como a criança está se desenvolvendo e reagindo ao tratamento.
  • Atenção à terapia insulínica: para Diabetes tipo 1, a aplicação de insulina é a principal forma de tratamento, por isso é importante a família saber fazer as aplicações de forma correta e nos horários adequados, como orienta o médico. Cada idade exige uma quantidade diferente de insulina, os métodos de aplicação também podem variar.
  • Um novo estilo de vida: os responsáveis precisam cuidar para que a criança adote um novo estilo de vida, com uma alimentação saudável, comendo de forma regular e consistente, o que nem sempre é uma tarefa fácil na fase infantil, mas, com paciência, dedicação e orientação profissional, é possível vencer a Diabetes na infância.

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Qual a função da tireoide no corpo humano?

Qual a função da tireoide no corpo humano?

A tireoide, ou simplesmente tiroide, é uma glândula que exerce um papel importantíssimo no organismo, influenciando no funcionamento de diversos órgãos. Seu funcionamento contribui muito para a qualidade de vida.

Por atuar no gasto calórico e na termogênese, é essencial para o equilíbrio do metabolismo. Nesse contexto, é um órgão que deve ser acompanhado de perto, pois as implicações do mau funcionamento podem levar sérios malefícios à saúde.

Conhecer mais sobre as funções da tireoide é fundamental para identificar possíveis sintomas e buscar o tratamento precoce para anomalias. Pensando nisso, confira neste post informações relevantes sobre o assunto!

Qual a função da tireoide?

Localizada na base do pescoço, a tireoide produz os hormônios triiodotironina e a tiroxina, chamados T3 e T4, que têm função indispensável para o funcionamento normal do metabolismo, seja na fase infantil ou adulta, de homens de mulheres.

Além disso, eles influenciam na atividade de órgãos vitais, como o coração, rins, fígado, cérebro e sistema digestivo, além de interferir nas funções do controle emocional, concentração, controle da massa corporal, crescimento , ciclo menstrual e fertilidade feminina.

Os hormônios tiroidianos também têm outra função interessante: regular a energia mínima que um organismo precisa para suas funções biológicas básicas em jejum ou repouso, denominada taxa basal metabólica.

Ou seja, a respiração e os batimentos do coração. Isso significa que desempenha uma função extremamente relevante na regulamentação e no equilíbrio do organismo, sendo que qualquer disfunção na tireoide pode levar a riscos grandes para a pessoa.

Quais os principais problemas que afetam a tireoide?

A oscilação na produção dos hormônios na tireoide, seja o aumento ou a redução, causam efeitos no organismo. Estes sintomas precisam ser identificados o quanto antes para procurar um médico e ter um diagnóstico precoce e preciso.

Hipotiroidismo

Acontece quando a produção de hormônios pela tireoide é insuficiente, deixando os sistemas do corpo mais lentos, pela falta de energia. Essa redução no nível hormonal provoca os seguintes sintomas:

  • perda de memória;
  • sonolência;
  • desânimo e cansaço;
  • aumento do peso;
  • falta de libido;
  • menstruação irregular;
  • queda de cabelo.

Hipertireoidismo

Consiste no aumento desequilibrado da produção dos hormônios T3 e T4, causando os efeitos contrários aos do hipotireoidismo, fazendo o metabolismo funcionar mais rápido. Os sintomas mais comuns são:

  • perda de peso;
  • diarreia;
  • alterações na menstruação;
  • insônia;
  • taquicardia;
  • tremores;
  • dificuldade de concentração.

Nódulos de tireoide

Nódulos na tireoide são muito comuns e, na maioria das vezes, benigno. Consiste em um caroço na parte superior do pescoço que causa certo incomodo ao ingerir alimentos. É indolor e visível.

O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento

Muitos dos sintomas da irregularidade na produção de hormônios pela tiroide, seja o hipertireoidismo ou o hipotiroidismo, são comuns e relacionados à rotina corrida e ao excesso de trabalho.

Por esse motivo, muitas vezes podem passar despercebidos e se confundir com problemas normais e temporários. Ao persistirem os sintomas, é imprescindível procurar um médico para um diagnóstico de forma imediata e, se for o caso, ter o devido tratamento para evitar que a situação se agrave e comprometa sua qualidade de vida.

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Quais os primeiros sinais da Menopausa?

Quais os primeiros sinais da Menopausa?

A menopausa é uma fase natural na vida feminina adulta, que provoca alterações no metabolismo afetando tanto o corpo físico, quanto o comportamento da pessoa. É uma etapa que necessita de atenção e cuidados. 

Nos períodos que antecedem e sucedem à menopausa, a mulher passa por mudanças inevitáveis, devido aos ciclos menstruais se aproximarem do fim e à redução gradativa da ovulação. Isso pode desencadear sintomas que comprometem o bem-estar. 

Você sabe o que é a menopausa e quais os primeiros sintomas que ela apresenta? Passo fundamental para a saúde feminina é conhecer os sinais dessa fase e buscar formas para aliviá-los e ter qualidade de vida. Pensando nisso, escrevi este artigo para você saber mais sobre o assunto.

O que é a menopausa? 

Com o passar dos anos acontece de forma natural o declínio na produção dos hormônios reprodutivos de uma mulher, denominados estrogênio e progesterona. Esse processo é chamado menopausa, que de forma simples, consiste no último período menstrual. 

O início desse processo pode acontecer de 48 a 51 anos. Entretanto, em alguns casos podem vir de forma precoce. A partir dos 40 é possível que a mulher perceba os sintomas, na fase chamada climatério, que é o nome dado a transição entre o período produtivo e o não produtivo.

A menopausa é confirmada após 12 meses sem a incidência de um período menstrual. A variação na idade que pode surgir na mulher, ou seja, se virá de maneira prematura ou tardia, é dada por fatores de cada organismo, como:

  • anomalias genéticas;
  • toxinas (tabaco);
  • doenças autoimunes.

Quais os primeiros sintomas da menopausa? 

Os sintomas da menopausa são muito relativos, existem casos que são menos intensos, já outras situações, é uma experiência incômoda. Por esse motivo, não há uma regra e tudo é de acordo com cada organismo. Contudo, alguns fatores são comuns a todos os casos, principalmente no início do processo. 

Conheça os principais sintomas do início da menopausa:

Menstruação irregular

Alterações no ciclo menstrual podem indicar o início da menopausa, principalmente a ausência em um período de 12 meses. O volume do sangramento também pode ficar irregular.

Ondas de calor

A ausência ou deficiência do hormônio estrogênio compromete termostato do corpo, fazendo a pessoa sentir ondas de calor e transpiração anormal. Esse é o sintoma mais comum da pré-menopausa.

Alterações no humor  

Outro sintoma fortemente presente nos tempos que antecedem a menopausa são as mudanças repentinas no estado emocional. Devido à queda hormonal progressiva, é inevitável ter alterações que variam entre tristezas, ansiedade, raiva e nos casos mais intensos, depressão.  

Como ter o diagnóstico e tratar?

Ter o máximo de informações sobre a sua situação é essencial, por exemplo, para saber quais sintomas está sentindo. Assim, o melhor é procurar apoio médico, que por meio de uma análise clínica e exames de reconhecimento, vai fornecer um diagnóstico preciso. 

Dessa forma, é possível indicar um tratamento de acordo com a suas particularidades, utilizando medicamentos e terapias para aliviar os sintomas e garantir a qualidade de vida durante o processo. 

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Perigos do Não Tratamento Adequado da Diabetes

Perigos do Não Tratamento Adequado da Diabetes

Você sabia que a diabetes atinge aproximadamente 425 milhões de pessoas em todo o mundo. Só em nosso país são mais de 12 milhões de brasileiros convivendo diariamente com esse problema sério de saúde.

Diabetes é uma doença crônica, ou seja, não tem cura. Felizmente ela tem tratamento para controle, sendo que a abordagem terapêutica adequada é capaz de proporcionar maior qualidade de vida e bem-estar aos diabéticos, além de diminuir significativamente o risco de complicações.

Quem entender a importância do tratamento correto da diabetes e descobrir quais são os reais perigos de não tratar essa condição adequadamente? Leia o artigo completo e fique por dentro do assunto.

Sem tratamento o risco de doenças cardíacas aumenta

Deixar de tratar a diabetes é um grande perigo para o coração. A diabetes do tipo 2 aumenta o risco de doenças cardíacas em até 4 vezes. Isso acontece porque diabéticos apresentam mais chances de apresentar agravantes como hipertensão e colesterol alto, dois dos principais fatores de risco para o infarto, por exemplo.

Há o perigo de lesões oculares

Um dos principais fatores causadores de cegueira adquirida em países ocidentais é justamente a diabetes não tratada. Quando a diabetes do tipo 2 fica descompensada e os níveis de glicose sobem, a tendência é que a tensão arterial aumente e isso favoreça o surgimento de leões oculares irreversíveis. Por isso é tão importante controlar a diabetes.

O diabético que não trata a doença é propenso a lesões renais

Os rins também sofrem caso a diabetes não seja devidamente tratada. Níveis elevados de glicose no sangue, juntamente com tensão arterial aumentada, podem causar alterações no funcionamento dos rins, atrapalhando, desse modo, a filtragem do sangue e eliminação de resíduos tóxicos para organismo.

Há chances elevadas de complicações nos pés

Quem não trata a diabetes está mais exposto a complicações nos pés. Isso mesmo! Diabéticos que não controlam a doença podem sofrer com lesões nos nervos das pernas e pés, além de problemas circulatórios, infecções e ferimentos difíceis de sarar. A presença de úlceras nos pés (pé diabético), a depender da gravidade, pode levar à necessidade de amputação.

A ausência de tratamento pode desencadear problemas dentários

A diabetes também pode causar problemas nos dentes e gengivas. Vale destacar que a glicose descontrolada pode aumentar as chances de infecções gengivais. E, se de fato houver uma infecção na gengiva, há um risco aumentado de subida na glicemia, dando origem a um ciclo de complicações.

Também existe o risco de disfunção sexual

Estudos recentes apontam que a diabetes não tratada pode resultar em lesões nos nervos reguladores da resposta sexual. Além disso, pode comprometer negativamente as artérias que conduzem o sangue até os órgãos sexuais. Tal situação, pode, por conseguinte, ocasionar problemas de ereção ou desordens ejaculatórias nos homens. Já nas mulheres, pode ocorrer dificuldades na lubrificação vaginal e libido.

Quer saber mais sobre diabetes? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em São Paulo!

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6 coisas que você precisa saber sobre o hipotireoidismo

6 coisas que você precisa saber sobre o hipotireoidismo

O hipotireoidismo é uma condição do sistema endócrino que ocorre quando a glândula tireoide não produz quantidade suficiente de hormônios tireoidianos (triiodotironina  e tiroxina). Entre outros sintomas, esse quadro pode desencadear fadiga e ganho de peso, bem como mudanças na frequência cardíaca, pele seca e baixa tolerância ao frio.

Atualmente, mais de 8% da população mundial sofre com hipotireoidismo. No entanto, apesar de ser uma doença relativamente comum, ainda há muito desconhecimento sobre o assunto e suas possíveis complicações.

Para se ter uma ideia,  mais de ¼ dos brasileiros que têm a doença não a tratam ou o fazem de forma inadequada. Sob o mesmo ponto de vista, estudos também apontam que 34% das pessoas diagnosticadas que não realizam nenhum tratamento desconhecem as reais consequências do problema.

Pensando nisso, preparei um texto com as principais informações que você precisa saber sobre tireoide. Vem comigo conferir mais detalhes sobre essa disfunção endócrina.

1.     O hipotireoidismo pode atingir crianças

Nem todos sabem, mas o hipotireoidismo pode afetar crianças. Isso ocorre quando elas nascem sem a tireoide ou porque a glândula não funciona corretamente. Através do teste do pezinho é possível detectar esse problema precocemente para iniciar o tratamento adequado.

2.     O hipotireoidismo pode ter diversas causas

Não existe um único fato causador para o hipotireoidismo. Entre as razões mais frequentes, por exemplo, estão a tireoidite de Hashimoto (doença autoimune), além da retirada cirúrgica da tireoide ou, até mesmo, efeito colateral de tratamento com iodo radioativo. Como já mencionado, o problema também pode ter origem congênita.

3.     A idade é um fator de risco para o hipotireoidismo

Todas as pessoas, independente de idade e sexo, estão expostas a alterações na glândula tireoide, entretanto, o hipotireoidismo é mais comum em mulheres e o risco aumenta à medida que a idade avança. Cerca de 10% das mulheres a partir dos 40 anos e 20% das mulheres acima de 60 anos apresentam distúrbios na tireoide, incluindo a queda na produção dos hormônios tireoidianos.

4.     O tratamento dura a vida inteira

Hipotireoidismo é um quadro crônico, ou seja, requer tratamento durante toda a vida. Ele se baseia na reposição do hormônio que falta na tireoide. Isso é feito por meio da ingestão diária de hormônios tireoidianos produzidos em laboratório. A dosagem deve ser prescrita pelo médico endocrinologista. A automedicação é completamente contraindicada.

5.     É possível levar uma vida saudável, apesar do hipotireoidismo

O paciente que usa a medicação regularmente, na dosagem adequada, seguindo todas as orientações do especialista, consegue, por conseguinte, manter os níveis hormonais dentro dos valores adequados. Com isso, é possível levar uma vida feliz, saudável e normal, mantendo os sintomas sob controle.

6.     O não-tratamento pode acarretar complicações

Já as pessoas que não se tratam devidamente podem sofrer com alguns efeitos colaterais. Dentre eles, podemos listar, por exemplo:

  • redução da performance mental e física;
  • subida de colesterol;
  • aumento do risco de problemas no coração;
  • depressão;
  • desaceleração dos ritmo cardíaco;
  • intestino preso;
  • alterações na memória;
  • cansaço demasiado;
  • baixa energia;
  • dores musculares;
  • queda de cabelo;
  • pele seca;
  • menstruação irregular e etc.

Quer saber mais sobre o hipotireoidismo? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em São Paulo!

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6 doenças da tireoide

6 doenças da tireoide

A tireoide é uma importante glândula do corpo humano. Ela fica situada na parte interior do pescoço e cumpre um papel fundamental na promoção do equilíbrio do organismo, bem como, na regulação metabólica.

Nem todos sabem, mas a glândula tireoide  interfere no funcionamento do cérebro, fígado, rins e coração. Além disso, pode influenciar no ciclo menstrual, estado emocional, peso, fertilidade e crescimento. Daí a necessidade de cuidar da saúde tireoidiana.

Como qualquer outra parte do corpo, a tireoide pode adoecer. São várias as enfermidades relacionadas a alterações nessa glândula.

Principais doenças da Tireoide

Hipertireoidismo

O hipertireoidismo é uma das doenças mais comuns da tireoide.  Essa condição é caracterizada por alterações nos níveis de hormônios secretados pela glândula, sendo que tais mudanças podem ter causas autoimunes, congênitas ou secundárias, como por exemplo, o efeito colateral de medicamentos. No hipertireoidismo ocorre um aumento na produção de hormônios T3 e T4, com redução na produção de TDH.

As manifestações podem incluir palpitações, nervosismo, agitação, dificuldade para dormir, emagrecimento, aumento da sensação de calor, instabilidade emocional, pele avermelhada, diarreia, pele úmida e quente, além de tremores no corpo.

Hipotireoidismo

Assim como o hipertireoidismo, o hipotireoidismo é uma doença bastante frequente, também provocada por alterações na produção hormonal. Nesse caso, porém, há uma redução nos níveis de T3 e T4.

Os principais sintomas são cansaço, fraqueza, indisposição, lentidão física e mental, dificuldades de concentração, problemas de memória, inchaço corporal, ganho de peso, pele áspera e seca, prisão de ventre, impotência sexual, intolerância ao frio e queda de cabelo.

Tireoidite

A tireoidite é uma inflamação da tireoide. Tal doença pode acontecer por diferentes causas, como infecções virais (caxumba, sarampo, adenovírus, por exemplo). Também pode estar associada a problemas autoimunes e intoxicações por medicamentos.

Vale destacar que a tireoidite pode se manifestar através de sintomas como dor na tireoide, dificuldade para engolir, calafrios e febre. Alguns casos são assintomáticos ou apresentam poucas e leves manifestações.

Tireoidite de Hashimoto

Tireoidite de Hashimoto é uma doença  autoimune crônica, que provoca inflamação e lesiona as células, comprometendo posteriormente as funções da tireoide.

Quando o indivíduo tem essa condição, a glândula pode não ser capaz de secretar hormônios suficientes. Além disso, a tireoide geralmente aumenta de tamanho (bócio), alternando períodos de hiper e de hipotireoidismo.

 Doença de Graves

A doença de Graves é uma espécie de hipertireoidismo por causas autoimunes. Essa doença apresenta os sintomas típicos de hipertireoidismo, mas também costuma vir acompanhada de sinais como o aumento da tireoide, retração palpebral (olhos salientes), bem como, formação de placas rígidas  e avermelhadas sob a pele.

 Câncer de tireoide

O câncer de tireoide é o tumor maligno da glândula. Entre os cânceres existentes, é um dos menos agressivos e com melhor prognóstico, ainda assim, é uma doença que merece muita atenção. Quando diagnosticado, é necessário fazer exames específicos para checar se outras partes do corpo foram comprometidas.

O tratamento é realizado por meio de cirurgia para a retirada da glândula, além de terapias complementares, como a iodoterapia, por exemplo. Casos de maior gravidade podem demandar radioterapia.

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Hipotireoidismo: sintomas e tratamento

Hipotireoidismo: sintomas e tratamento

Provavelmente você já ouviu falar em hipotireoidismo, certo? O hipotireoidismo, resumidamente, consiste na queda da produção dos hormônios tireoidianos: T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Ele é o distúrbio mais frequente na tireoide, uma glândula localizada na região do pescoço.

O formato dessa glândula é similar ao de uma borboleta, com lobos direito e esquerdo separados pelo istmo central.  Ela libera hormônios essenciais a partir do funcionamento orquestrado pela hipófise, importante estrutura cerebral.

Vale ressaltar que o trabalho da tireoide repercute em todo o corpo e costuma interferir no ritmo intestinal, humor, batimentos cardíacos, ciclo menstrual, etc. Quer entender um pouco mais sobre o hipotireoidismo, especialmente os sintomas e os tratamentos possíveis? Leia o artigo completo.

Como ocorre o hipotireoidismo?

O hormônio T3 é naturalmente produzido em menor quantidade pelo organismo. Porém ele é muito potente e extremamente necessário para que os órgãos realizem suas funções adequadamente. Já o T4 é fabricado em maior quantidade, mas sua potência é menor.

Quando o hipotireoidismo ocorre, há uma redução significativa no volume de produção desses hormônios. Acontece uma espécie de pane e a quantidade de T3 e T4 na corrente sanguínea diminui. Isso pode ser desencadeado por fatores como problemas autoimunes. Por exemplo da Tireoidite de Hashimoto, sendo mais comum em mulheres, embora possa atingir ambos os sexos.

Quais são os sintomas?

O hipotireoidismo costuma resultar em manifestações como um leve ganho de peso, retenção líquida e dificuldade para emagrecer. Além disso, quando há um déficit dos hormônios T3 e T4, o bombeamento de sangue diminui, o que pode provocar sintomas cardíacos. Para completar, o intestino tende a ficar mais lento, a pele resseca e o risco de glaucoma aumenta.

É comum que pessoas com hipotireoidismo sofram com sinais como sonolência, cansaço excessivo, alterações no humor, problemas de memória,  unhas fracas, queda de cabelo, mãos e pés gelados, anemia, sensação de frio, redução na libido e colesterol alto.

Como tratar?

O diagnóstico do hipotireoidismo é feito através de detalhado exame clínico, associado a exame de sangue específico para verificar a dosagem de T3 e T4 e a presença de anticorpos específicos (anti Peroxidase  e anti Tireoglogulina) . Se o quadro for confirmado, o tratamento inclui a reposição hormonal com uma versão sintética da tiroxina (T4). No organismo ocorre a conversão em triiodotironina (T3).

Essa reposição deve ser orientada e acompanhada pelo endocrinologista para aumentar a segurança e eficácia do tratamento, sempre considerando o grau de desequilíbrio da glândula tireoide.

Geralmente o tratamento para controlar o hipotireoidismo dura a vida toda, exceto nas formas transitórias da doença (mulheres no pós-parto ou pacientes com hipotireoidismo decorrente de efeito colateral de medicamentos). Nesses casos, a reposição nem sempre é necessária, uma vez que as funções tireoidianas tendem a se normalizar com o passar do tempo ou com a suspensão do medicamento que provocou o desequilíbrio hormonal.

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Como Manter a Alimentação Saudável em Tempos de Quarentena

Como Manter a Alimentação Saudável em Tempos de Quarentena

Estamos vivendo uma nova realidade (mesmo que temporária): distanciamento social, escassez de produtos, trabalho remoto, educação escolar em casa e – infelizmente – quarentena.

Desafiador conseguir manter a mente calma.

Durante esse período, pode parecer fácil colocar suas necessidades nutricionais em segundo plano. Todos nós queremos menos uma coisa com que se preocupar nesses dias. Mas temos que considerar se isso ajudará muito a longo prazo. Principalmente porque podemos estar aqui por um bom tempo.

Manter a alimentação saudável pode ajudar a dormir melhor, a se sentir bem e a ficar de bom humor, sem mencionar a ajuda a manter seu sistema imunológico em estado de combate – extremamente importante neste território desconhecido.

Aqui estão algumas maneiras fáceis de manter suas refeições equilibradas, mesmo se você ficar preso em casa por algumas semanas:

1. Aceite que sua dieta de quarentena não será perfeita

Você tinha uma programação alimentar antes da quarentena. Mas o cenário mudou, pelo menos não até que as coisas se acalmem um pouco. Isso não quer dizer que você tem carta branca para comer de fora desenfreada. Lembre-se seu corpo estará sempre com você, apesar do confinamento.

Espero que você tenha tido tempo para armazenar seus alimentos saudáveis, mas se não, tudo bem. Avalie o que você tem disponível e faça o melhor que puder – talvez signifique baixo carboidrato em vez de integral.

Seu corpo precisa de nutrição. Diversos serviços estão entregando em casa, inclusive a feira e a vendinha de frutas ao lado da sua casa. Informe-se sobre o assunto.

2. Veja-o como um desafio “compre sua despensa”

Para não deixar claro a situação, você também pode desafiar-se a usar todos os ingredientes que permanecem intocados em sua despensa há meses.

Sim, finalmente chegou a hora de abrir esse saco de lentilhas ou macarrão de ovo. Vá em frente e coloque em uso o atum em lata. Temos inúmeras receitas saudáveis na internet (ainda bem que estamos em 2020, no mundo digital).

Faça um balanço do que você tem e insira tudo em uma ferramenta on-line como a Supercook, que fornece centenas de receitas que você pode fazer com base nos ingredientes (saudáveis de preferência) que você já possui. Não é perfeito, mas é gratuito e faz um ótimo trabalho.

3. Tenha um plano para combater o tédio e o estresse

Você pode ter um fluxo repentino e inesperado de tempo ocioso, principalmente se não puder trabalhar em casa. Isso pode levar a comer com tédio, e o que mais há para fazer? Além disso, com as tensões em alta, você pode ser levado pelo estresse.

Pensando bem, se há um tempo para comer estressado, o momento é esse!

Se você sucumbir, ok. Tente observar estes rompantes, para que eles se tornem exceção. Evite alimentos industrializados e doces prontos. Faça doces saudáveis com alimentos naturais (se quiser receitas é só pedir, tenho várias). Descubra chás deliciosos, ajuda muito a diminuir a vontade de colocar algo na boca. Se a vontade for de chocolate, opte pelo 70% de cacau.

Os estudos mostram que o consumo habitual de açúcar pode realmente aumentar o risco de depressão. Na situação atual do mundo não precisamos desse agravante.

Seguem algumas coisas que você pode fazer para ajudar a gerenciar o estresse:

  • Medite ou ore.
  • Pratique algum tipo de exercício (diversos aplicativos estão liberados de forma gratuita)
  • Passe algum tempo ao ar livre (se você puder e tiver um quintal ou varanda)
  • Escreva um diário
  • Brinque com seus filhos ou animais de estimação
  • Faça arte (mesmo que você pense que é ruim – ninguém está julgando!)

Você precisará ter um plano para manter o tédio também à distância. Isso significa que você precisará preencher seus dias com coisas que mantêm sua mente e corpo ocupados, aprender algo novo é uma excelente ideia.

Agora é a hora de acompanhar todos os programas da sua fila do Netflix, limpar o armário, dar uma passada nos rodapés, escrever seu romance. Dobrar sua roupa ou começar praticando ioga. Use a criatividade.

4. Planeje suas refeições

Sabemos o que você está pensando: qual é o sentido do planejamento de refeições se você permanecer no mesmo lugar pelas próximas duas semanas, com tempo de sobra?

Bem, é um ótimo hábito e pode ajudar a garantir que você esteja usando estrategicamente os alimentos que possui. Aqui estão três etapas fáceis que você pode executar em uma hora ou menos para planejar as refeições por uma quarentena de duas semanas:

Identifique os alimentos que você estragará enquanto estiver em quarentena. Se eles puderem ser congelados, coloque-os no freezer. (Dica: muitas coisas podem ir no freezer, até vegetais frescos – apenas cozinhe-as primeiro.)

Os alimentos frescos que não puderem ser congelados (como saladas ou frutas) serão os primeiros no seu plano de refeições.

Mapeie suas refeições. Quantos você precisa preparar por dia? Quantos lanches (saudáveis, claro)?

Não precisa ser perfeito, mas tente planejar cada refeição com uma fonte de proteína (carne, ovos ou uma proteína vegetariana como tofu ou manteiga de amendoim), um vegetariano (mesmo que enlatado) e um carboidrato integral, rico em fibras. Se você tem pouco carboidrato integral, deixe este grupo de fora e dobre os vegetais.

5. Priorizar a segurança alimentar

Embora as quarentenas sejam difíceis de suportar, elas têm um propósito vital. Se você precisar interromper a quarentena para ir ao hospital porque tem intoxicação alimentar por frango em uma lata amassada, isso meio que derrota o objetivo.

Aqui estão os conceitos básicos de segurança alimentar:

Carne: descongele a carne congelada na geladeira (se possível) ou em água fria corrente. Deixar a carne no balcão aumenta a probabilidade de crescimento de germes. Além disso, cozinhe totalmente a carne na temperatura interna correta (75o C para frango, 65o C para carne de porco e carne).

Alimentos enlatados: Desconfie de latas amassadas, que podem ter fissuras microscópicas nas quais as bactérias podem entrar. É melhor deixá-los sozinhos.

Produtos frescos: use-o primeiro, pois provavelmente estragará o mais rápido. Não coma produtos com mofo ou deterioração visíveis ou cheiro desagradável.

Alimentos vencidos: se você precisar comer alimentos vencidos enquanto estiver em quarentena, use seu melhor julgamento. Cheire e olhe para ele. Se cheirar mal ou apresentar crescimento visível de mofo ou alteração de cor, atire-o. Se você morder e estiver com um sabor estranho ou com uma textura estranha, não coma mais.

Sobras

Coloque as sobras na geladeira rapidamente para minimizar a quantidade de tempo que eles passam na “zona de perigo” de 4 a 60 ° C. Jogue-os fora após 3 a 4 dias.

Tenha cuidado com a contaminação cruzada também. Não pique os ingredientes da salada na mesma tábua que você usou para carne crua. Use uma faca diferente também.

Se você estiver cozinhando para várias pessoas, não prove a comida em quanto prepara a menos que use uma colher limpa de cada vez. E lembre-se de lavar as mãos regularmente (como se ainda não tivesse ouvido o suficiente!).

Essas práticas de segurança alimentar podem ajudar a evitar intoxicação alimentar e compartilhar germes e vírus com outras pessoas em quarentena.

Quer saber um pouco mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter. Ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em São Paulo!

Posted by Dra. Adriana Pessoa in Todos
Coronavírus

Coronavírus

Coronavírus: Como é a transmissão

As pesquisas sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento. Porém, o que já se sabe até o momento é que o contágio pode ocorrer por gotículas respiratórias ou proximidade.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo, em torno de 1m, com outra com os sintomas respiratórios pode estar em risco.

Os primeiros sintomas da infecção podem aparecer após o período de incubação do vírus, geralmente de 5 dias – podendo chegar até 12.

Até o momento, ainda não sabe quantos dias anteriores ao início dos sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

Coronavírus – devo ir ao médico?

Os sinais e sintomas do coronavírus são similares ao de doenças respiratórias:

– tosse;

– febre alta;

-diminuição do olfato ou paladar;

-dores musculares;

– dificuldade para respirar

Atualmente o contágio já é comunitário, não sendo necessariamente ligado a viagem internacional.

Caso um dos sintomas seja dificuldade de respirar, você deve procurar atendimento médico imediatamente.

Informe com detalhes os sintomas que está sentindo para que o médico conduza o seu atendimento.

 

Quais pacientes tem maiores riscos de desenvolver as formas graves

A grande maioria das pessoas que são infectadas pelo COVID 19 apresenta sintomas leves. No entanto, alguns pacientes tem maior risco de desenvolver a forma grave com insuficiência respiratória.

Pessoas com mais de 60 anos, aqueles portadores de diabetes, hipertensão arterial sistêmica, obesidade, asma e bronquite e doenças cardíacas compõem o grupo de de risco . Pacientes com qualquer tipo de doença crônica também deve se proteger.

Coronavírus: como prevenir

O coronavírus é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. Por isso, alguns cuidados simples ajudam a prevenir o contágio:

  1. Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.
  2. Cubra o nariz e a boca ao espirrar ou tossir. Evite levar as mãos ao rosto
  3. Evite aglomerações.
  4. Mantenha os ambientes bem ventilados. Abra as janelas e deixe o ar circular pelos cômodos
  5. Não compartilhe objetos pessoais como pratos, talheres e copos.

Seguindo estes passos, você contribuirá para evitar a disseminação do coronavírus no país.

Quer saber um pouco mais sobre o coronavírus COVID 19? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter. Ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como endocrinologista em São Paulo!

 

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